O Tanoeiro da Ribeira

segunda-feira, julho 27, 2026

A PRIMEIRA GRANDE BATALHA DA GUERRA CIVIL DE 1832 - 1834

Fez, na passada 5.ª feira, 194 anos… Qual a sua importância? O historiador Paulo Caetano Moreira escreveu “A Batalha de Ponte Ferreira – Campo, Valongo, 1832”. No prefácio, Inês Amorim, Professora Catedrática da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, afirma: ”Na verdade e em conclusão, o autor conseguiu provar que o episódio da Ponte Ferreira foi a primeira grande batalha a ocorrer no início do cerco do Porto e da guerra civil de 1832 a 1834, e, por isso, mereceu a sua posterior evocação e enaltecimento.”. O que aconteceu? Para responder, seguirei de perto o que o mesmo historiador escreveu no seu livro ‘Campo e Sobrado - Duas freguesias – Notas Monográficas’, que, com vénia, passarei a citar. Entrada no Porto “O período bélico teve início com o desembarque das tropas liberais lideradas por D. Pedro IV, em Arenosa de Pampelido. Tal ocorre na tarde do dia 8 de julho de 1832. (…) Estando livre o Porto, começa a ocupação liberal no dia seguinte, 9 de julho.” Início do Cerco “A 21 de julho, as tropas miguelistas encontram-se acampadas em Ponte Ferreira (estendendo postos avançados até Valongo). Estão sob comando do Visconde Santa Marta que havia ordenado a disposição das tropas nas estradas de Braga e Guimarães, no sentido de isolar a cidade do Porto. O cerco que duraria até agosto do ano seguinte encontrava-se, assim, já a ser desenhado.” ‘Reconhecimento de Valongo’ A 22, algumas tropas liberais dirigem-se para Valongo onde há um confronto que ficou conhecido para a história como o ‘Reconhecimento de Valongo’ e que se revelou nada favorável aos referidos liberais que recuaram.” Preparação da batalha “Decidiu o imperador D. Pedro, para animar as suas tropas, mostrar, no dia seguinte, a força do exército constitucional ao exército do seu irmão (…) Tomando o Imperador o comando em chefe do exército, acamparam na zona de Rio Tinto, onde na noite de 22 chegou o resto das tropas. Organizaram-se três colunas. “ Início da batalha “Na madrugada do dia 23, as tropas levantaram o bivaque em direção a Ponte Ferreira. Pelas nove horas da manhã, a coluna do centro entra em Valongo, acompanhada por Sua Majestade Imperial, que numa fase inicial se manteve no sítio das cruzes (um local estratégico donde se domina todo o vale) Quando eram onze horas, as três colunas liberais desembocam no campo de batalha, onde Santa Marta já dispunha de tropas desde a sua esquerda, nos montes que flanqueiam a margem direita do rio Douro até à direita da zona de Ponte Ferreira, ou seja Sobrado.” A Batalha “Dado o sinal de ‘avançar’, o “fogo tornou-se vivíssimo” com vivas saídos das fileiras liberais, por entre soldados mortos e feridos, a testa da coluna consegue atravessar a ponte (…) Até às cinco horas da tarde, o combate encontrava-se muito duvidoso. De seguida, os miguelistas atacam fortemente sobre a coluna do centro liberal, sendo vários batalhões de caçadores obrigados a retroceder. São auxiliados por dois batalhões de reserva permitindo luta durante algum tempo, mas sem avanços nem recuos. Entretanto, os atiradores miguelistas debandam e são atacadas as suas reservas que se retiram (…) De facto, os miguelistas dirigiram-se durante a noite para Baltar.” Resultados: Eram 8 000 liberais contra 12 000 miguelistas. Foi uma vitória encorajante, mas sem resultados práticos… “As tropas liberais tiveram ordem para bivacar no campo de batalha. (…) O Imperador também ceou no acampamento. (…) Quanto ao número de mortos, no entanto, os mesmos terão ascendido a mais de uma centena. Quanto aos feridos, esses elevaram-se a várias centenas. (…) No dia seguinte, os liberais marcham para o Porto, com D. Pedro vitorioso na dianteira, deixando território conquistado à mercê do inimigo absolutista que o viria a ocupar novamente. Desta forma, o intuito liberal não viria a ser satisfeito, ganhar e evitar o cerco. Ao passo que os absolutistas, debandando, viriam a conseguir os seus objetivos, cercar a cidade do Porto.” (pág. 162) Esta batalha perdurou na memória da população local que, em oração pelos que nela pereceram, ergueu, na margem direita, à entrada da velha ponte medieval, umas ‘alminhas’ de invocação a Nossa Senhor do Carmo. E ainda na minha infância, me falavam da ‘cavada’, onde apareciam ossos dos cavalos, e do ‘Campo da Pica’, que, dizia-se, lembrava a luta à ponta da baioneta…. (Fotografia) O que resta das ‘Alminhas’ com o ‘Campo da Pica’, em fundo. (VP, 28/7/2026)

terça-feira, julho 21, 2026

São Crispim e o Venerável ‘Apóstolo do Barredo’

No ‘septuagésimo aniversário da partida de Pai Américo para o Céu.’ (O Gaiato) Aconteceu na igreja de S. Nicolau, (28/11/2025). Na apresentação da ‘História Religiosa do Centro Histórico da Cidade do Porto’, de Vitor Teixeira, D. Manuel Clemente destacou episódios que marcaram a cidade a começar pelo Couto do Porto (1120), passando pelos conventos de S. Francisco e dos Dominicanos (séc. XIII); pela ‘devolução do Senhorio do Porto à Coroa’ (1407); a criação das paróquias de S. Nicolau e Nossa Senhora da Vitória (séc. XVI); a fundação da Santa Casa da Misericórdia (1499); o fecho dos mosteiros e conventos com o Liberalismo (séc. XIX), até aos nossos dias. Por razões afetivos, logo procurei, nesse “guia da alma, da identidade do Porto’, como o qualificou D. Manuel Linda, no seu Prefácio, referências ao Hospital de S. Crispim. E que li? “Este estabelecimento funcionou até ao século XVI no topo da rua das Congostas nas proximidades da Ponte de S. Domingues e do Hospital dos Palmeiros. (…) Pertencia à confraria dos Sapateiros de S. Crispim e S. Crispiniano do Porto, uma das mais antigas do burgo, existindo pelo menos desde 1224.” “O hospital foi construído junto à Ponte de S. Domingos, um destacado eixo viário com o objetivo de acolher peregrinos pobres a caminho de Santiago de Compostela. (…) A albergaria e o hospital possuíam dez alcovas para acolhimento.” (pág. 205) No último cartel do século XVIII, com a abertura da rua de Mouzinho da Silveira, o edifício foi destruído e a capela transferida para a rua de Santos Pousada. Sobre os seus alicerces foi construído o prédio nº 108-112 do novo arruamento. Dez anos atrás, ao visitar a sua cave, vi as enormes pedras de granito que bordejam o ‘Rio da Vila’ e ouvi as suas águas. E, ainda recentemente, as obras da ‘Linha Rosa’ do Metro deixaram-me ver a ‘Ponte de S. Domingos’ que foi soterrada, mas não destruída. (Fotografia) Aqui trabalhou como marçano o futuro ´Pai Américo’ dos 15 aos 19 anos (1902-1906). E que tem isto a ver com o ‘Apóstolo do Barredo’? - perguntar-se-á o leitor. E eu explico Na vida do Padre Américo, havia duas interrogações que sempre me intrigaram: Primeira - O P. Américo foi ordenado em Coimbra. Porquê, se é natural da freguesia de Galegos, em Penafiel? Segunda - Como o conheceu o Barredo, se era natural de Penafiel e presbítero em Coimbra? Estas interrogações esvaíram-se quando soube que ele, durante quatro anos, ‘vendeu ferros’, como dizia sua mãe, na ‘loja de ferragens’ que, então, ocupava o rés-do-chão do mencionado prédio 108 -112 da rua de Mouzinho da Silveira na esquina com a travessa da Bainharia, em frente ao Largo de S. Domingos. Porquê? - Como a loja ficava próxima da igreja de S. Lourenço (dos Grilos), do Seminário da Sé, o jovem Américo ia lá ajudar à Missa e confessar-se. Entre os presbíteros que aí conheceu estava o Dr. Manuel Luís Coelho da Silva, Vigário Geral da Diocese. Quando mais tarde, já com 37 anos, após o seu regresso de Moçambique, quis entrar no seminário para ‘estudar para padre’, foi, com o seu irmão padre, falar com o bispo do Porto, D. António Barbosa Leão, que não o aceitou porque, disse, tinha tido muitas desilusões com as vocações tardias. E quem o veio a receber e ordenou (28/7/1929 foi precisamente o Dr. Manuel Luís Coelho da Silva que, entretanto, fora sagrado bispo de Coimbra. - A loja ficava perto do Barredo Terá sido, pois, na sua juventude, penso, que o Padre Américo se apaixonou por essa “terra de heróis, de mártires e de santos”, como escreveu mais tarde. E as perguntas sucedem-se… O bispo de Coimbra tê-lo ia aceitado no seminário se o não tivesse conhecido no Porto? Haveria outro bispo que o recebesse se o prelado da sua diocese o rejeitou? Concluindo… Não fora a ‘loja de ferragens’ no espaço do antigo Hospital de S. Crispim, e, talvez, o senhor Américo Monteiro de Aguiar nunca seria Padre Américo, “provavelmente, a maior figura da Igreja em Portugal, no séc. XX”, no dizer de José da Cruz Santos, da Editora Modo de Ler”. E assim, não teríamos o ‘Pai Américo’. Nem o ‘Apóstolo do Barredo’… Como são insondáveis os caminhos de Deus!...(22/7/2026)

quarta-feira, julho 15, 2026

QUANDO A ARTE ATUALIZA E CELEBRA A MEMÓRIA…

Foi há 194 anos… (Fotografia) Memorial de Dom Pedro IV e Batalhão de Caçadores n.º 5 (Pormenor) Ao visitar este monumento, do escultor Ilídio Fontes, no antigo Largo da Feira de Pedras Rubras, agora Praça do Exército Libertador, lembrei a lápide do obelisco da Praia da Memória que diz: “Em honra de sua Majestade Imperial, D. Pedro, Duque de Bragança, primeiro Imperador do Brasil e quarto Rei d’este nome em Portugal, Comandante em chefe do Exército Libertador, aqui desembarcado em oito de julho de mil oitocentos e trinta e dois, para restituir o throno a sua augusta filha a Rainha Reinante D. Maria Segunda, a liberdade aos portugueses, se erigiu este padrão para perpétua memória”. O Batalhão de Caçadores n.º 5 fazia parte da esquadra de 7500 homens que desembarcou em Pampelido e, devido à sua valentia, recebeu de D. Pedro IV o título de ‘Bravo’. E interroguei-me: - Porquê aqui este monumento tão significativo? A resposta foi-me dada pela Câmara Municipal da Maia: “Na noite de 8 de julho de 1832, após o desembarque liberal, foi em Pedras Rubras que o Rei e os seus ‘Bravos’ acamparam antes de avançarem para o Porto”. O que vi confirmado na placa do n.º 88 da rua Pedras Rubras:” Nesta casa pernoitou S.M.I o Senhor D. Pedro IV, na noite de 8 para 9 de julho de 1832, após o desembarque do Exército Libertador na Praia da Memória”. - Quem é Ilídio Fontes, o seu criador? A resposta encontrei-a nos livros: ‘A Arte de Ilídio Fontes – Imaginar a forma – Afeiçoar a vida’, de José Guilherme Abreu, e ‘Arte e Sagrado – o Sagrado na escultura de Ilídio Fontes’, de José Melo. Ilídio Fontes nasceu no lugar da Agra, Milheirós, Maia (28/7/1938). Em 1950, matriculou-se na Escola de Artes Decorativas Soares dos Reis, em que, mais tarde, foi insigne professor, segundo testemunho de antigos colegas. Depois, matriculou-se na Escola Superior de Belas Artes, onde se licenciou. Bem cedo, associou a docência à produção artística. Das suas múltiplas criações, destaco: - Monumento à Rendilheira de Vila do Conde “Homenagear a Rendilheira é homenagear a Mulher no seu completo papel social, de agora e dos tempos passados. Mulher-sabedoria e estabilidade e, muito em especial em Vila do Conde, mãe ou esposa que espera na beira-rio o regresso das fainas. Ou já não espera, com olhar distante e, no rosto, sulcos de outros rios.” (José Guilherme Abreu, o. c., pág. 200-202) - O Astronauta – na rua Passos Manuel, Porto. “A peça é um baixo-relevo (…) no qual um indivíduo do sexo masculino se estende na vertical, visando o alto, em extática ascensão aos céus, navegando através de um mar de estrelas. (…) Na comunicação ao II Congresso ‘O Porto Romântico’ que se realizou na Universidade Católica, em 2014 (…) coloquei em confronto O Astronauta de Ilídio Fontes, com o Guardador do Sol de José Rodrigues. Este, considerei-o como uma alusão romântica pela libertação dos povos africanos. Aquele, considerei-o como o novo herói romântico: o navegante do espaço.” (José Guilherme Abreu, o. c., pág. 127-130) 3. Monumento aos Mineiros do Pejão - Em Pedorido, Castelo de Paiva “Ao trabalhar o monumento que homenageia os ‘Mineiros do Pejão’, homens rudes que arrancam das profundezas da terra o magro sustento para a sua existência, sempre efémera e precoce, as suas silicoses e os seus medos rudes espelhados nos rostos demasiado resignados, ali está a suma preocupação com o Outro, deserdado ‘irmão.” (José Melo, o. c, pág. 84) 4. Nossa Senhora da Ponte – Em Rio Tinto Ao entrar na capela, “logo se depara com a significativa imagem que anuncia na auréola ‘Um Filho nos foi dado’. E Este está sentado no regaço da mãe, no que um teólogo amigo, natural de Rio Tinto e profundo conhecedor, me informou tratar-se de um exemplo da Virgem Trono (…) a melhor expressão litúrgica de Maria” (José Melo, o.c., pág. 102) Concluindo… “É na celebração das núpcias entre tradição e modernidade que reside a lição de Ilídio Fontes.” (José Guilherme Abreu, o. c., pág. 278) Não é sem razão que lhe chamam Mestre.. Mestre na Arte Mestre na Vida. 15/7/2026)

quinta-feira, julho 09, 2026

“A CONDIÇÃO HUMANA É ADMIRÁVEL”.

Quando já se corre a ‘Volta a França’… (Fotografia) - No sopé dos Pirenéus Este monumento aos heróis do ‘Tourmalet’ que Ribeiro da Silva, de Lordelo, Paredes, ganhou em 1957, fez-me recordar outras etapas míticas do ‘Tour de France’ como o ‘Alpe d’Huez’ que Joaquim Agostinho, de Torres Vedras, venceu em 1979, e, o ‘Mont Ventoux’ Esta última, que ainda nenhum ciclista português venceu, trouxe-me à mente o livro “O Homem que Plantava Árvores”, em que Jean Giono conta a história surpreendente, por ele vivida, “nessa ancestral região dos Alpes” precisamente, “no sopé do Mont–Ventoux.” (pág. 10) Tudo começou em 1913, numa “longa jornada naquela terra extensamente despovoada, nua e monótona, onde só a alfazema silvestre florescia. (…) Encontrei uma fonte, de facto, mas estava seca. (…) Nestas terras desabrigadas e elevadas, o vento soprava com uma brutalidade insuportável. Os seus uivos contra as ruínas das casas eram como os de uma fera interrompida a meio da refeição.” Após cinco horas de marcha sem ver água, encontrou um pastor: “Ofereceu-me de beber do seu cantil”. Em sua casa, fê-lo “partilhar da sua sopa. (…) Ficou logo subentendido que eu passaria ali a noite.” E o que viu? O pastor “foi buscar um pequeno saco e despejou sobre a mesa um monte de bolotas. Pôs-se a examiná-las uma a uma com muita atenção, separando as boas das más. (…) Quando juntou uma pilha razoável de bolotas, começou a contá-las e separou-as em pacotes de dez.” No dia seguinte, “foi buscar o rebanho e levou-o ao pasto. Antes de se ir embora, mergulhou num balde de água o saquinho onde tinha juntado as bolotas. (…) Em vez de um cajado ele levava na mão um varão de ferro.” Enquanto o rebanho pastava, “fazia um buraco onde punha uma bolota, e depois tapava-o com terra. Plantava carvalhos.” Na conversa que se seguiu, disse-lhe que havia “três anos plantava árvores naquela região deserta, sozinho. Já tinha plantado cem mil das quais vinte mil já tinham nascido. (…) Separámo-nos no dia seguinte”. No ano a seguir começou a guerra de 1914. “No fim da guerra, (1918) retomei o caminho daquelas paragens desertas.” Encontrou o velho pastor que “já só tinha quatro ovelhas, mas em contrapartida, tinha uma centena de colmeias. (…) Continuara a plantar imperturbavelmente. (…) Levara adiante a sua ideia como testemunhavam as faias, estendendo-se a perder de vista. Os carvalhos estavam densos. (…) Mostrou-me os formidáveis bosques de bétulas que datavam de há cinco anos.” E que mais viu? “Na descida de volta para a aldeia, vi correr água em regatos que, desde que havia memória, sempre tinham estado secos. (…) O vento também dispersava algumas sementes. Ao reaparecer a água, reapareceram os salgueiros, os vidoeiros, os prados, os jardins, as flores e uma certa razão de viver.” Em 1935, “a encosta por onde tínhamos vindo estava coberta de árvores com seis a sete metros de altura. Recordei o aspeto da região em 1913, um deserto… (…) Vi Elzéard Bouffier (assim se chamava o pastor) pela última vez em junho de 1945. Tinha então oitenta e sete anos. (…) A camioneta deixou-me em Vergons. Em 1913, esse lugarejo com dez ou doze casas tinha três habitantes. (…) A sua condição era sem esperança. (…) Mas agora tudo estava mudado. Até o próprio ar. Em vez das rajadas de vento secas e violentas que sopravam no passado, acolheu-me uma brisa suave carregada de aromas. Um som semelhante ao da água a correr vinha do alto: era o vento da floresta. (…) O lugar contava agora vinte e oito habitantes, incluindo quatro jovens casais. As casas novas tinham em volta jardins onde cresciam, misturados, mas ordenados, os legumes e as flores, as couves e as roseiras. Era agora um lugar onde apetecia viver.” E em jeito de conclusão… “Quando penso que um único homem, reduzido aos seus simples recursos físicos e morais, foi suficiente para fazer surgir do deserto esta terra de Canaã, acho que, apesar de tudo, a condição humana é admirável.” (pág. 61) Esta história ilustra bem o título que o Papa Leão XIV deu à sua primeira encíclica: ‘Magnífica Humanidade’… Quando as férias se avizinham, este pequeno livro – boa prenda para os mais novos - poderá ser uma bela leitura…(8/7/2026)